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quinta-feira, 27 de março de 2014

Acontece ....


Vem ai o II Darwin Day RP. Dia 10 de Abril no auditório da Faculdade de Direito, USP-RP. Não percam!

Em breve mais detalhes sobre a programação!


Faça sua inscrição gratuita pelo link: 

https://docs.google.com/forms/d/1dqmr8gGBBC7JqreVoN273nBAu67MtL7fJlDlD5f6Ce8/viewform



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Acontece ....

Venham participar do dia especial dedicado ao Darwin e seu legado na biologia que acontecerá na USP, Ribeirão Preto no dia 05 de março de 2013.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Tristeza na USP - RP ...

Esclarecimento sobre incêndio na Floresta da USP - RP

O Banco Genético da USP de Ribeirão Preto, que faz parte do que é conhecido por Floresta da USP RP, é o único Banco Genético de mata mesófila semidecidual do Brasil. Ele foi implantado pelo Projeto Floresta da USP RP e possui 45 espécies, com uma diversidade de 3375 progênies coletadas em mais de 400 áreas de fragmentos naturais da Bacia do Pardo-Mogi. O objetivo do Banco é o de conservação genética das espécies nativas assim como fornecer sementes de origem conhecida e qualidade garantida, a fim de recuperar áreas degradadas. Hoje (16/08/2011) um incêndio iniciado por causas desconhecidas devastou grande parte da Floresta da USP, incluindo todos os 45 hectares do Banco Genético. Podemos comparar, embora os números sejam menores, com a perda da coleção do Butantã, ocorrida também por um incêndio, no ano passado. A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto ficou boa parte do dia coberta por fumaça. Alunos, funcionários e professores lamentam essa grande perda e estão ávidos por uma investigação das causas desse desastre. A Profa. Elenice Mouro Varanda, que dedicou boa parte de sua carreira para a implantação da floresta da USP, pede encarecidamente que divulguem e também o apoio de todos nós.

DIVULGUEM, a mídia divulgou que um terreno baldio da USP pegou fogo, mas a sociedade precisa saber que o lamentável episódio ocorreu em uma área destinada a recuperar o patrimônio genético de uma das formações vegetais mais ameaçadas do Brasil. O trabalho realizado no campus da USP resultou em inúmeros trabalhos científicos e de divulgação científica, levando à sociedade conhecimento de qualidade, que permite conhecer e reconhecer o valor de nossas espécies nativas e o papel de um banco genético em conservar e disponibilizar espécimes para a recuperação de áreas degradadas. É uma trajédia lamentável! Por favor, divulguem!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Hotspots: como preservar o que não conhecemos

A revista FAPESP online de 06 de julho de 2011 publicou uma reportagem divulgando um estudo que será publicado no PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences) sobre áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade, os hotspots, e sua efetividade em proteger espécies em risco de extinção ainda desconhecidas pela ciência.

O conceito de hotspots ou “áreas-quentes” para preservação da biodiversidade foi criado pelo ecólogo inglês Norman Myers, em 1988, com o intuito de resolver um dos maiores dilemas conservacionistas da época: quais as áreas são mais importantes para preservar a biodiversidade na Terra? Atualmente, há 34 áreas de grande riqueza biológica identificadas em todo o mundo.

Até ai tudo bem. Mas o que me chama a atenção na reportagem da revista FAPESP é a relação entre a efetividade dessas áreas em conservar uma biodiversidade ainda desconhecida e como parte da sociedade se contenta apenas com isso.

Fato é que a diversidade planetária está sendo perdida antes mesmo de ser conhecida, a chamada Crise da Biodiversidade, e este problema não será resolvido a menos que as autoridades invistam em formação de profissional capacitado, os taxonomistas, em atividades de coleta e em infra-estrutura de coleções científicas, além de profissionais qualificados para gerir essas informações biológicas.

O advento de um programa de computador que prevê a diversidade ainda não conhecida de espécies, coisa que os cientistas fazem há décadas, e o fato de os resultados coincidirem com as áreas que hoje recebem os maiores investimentos financeiros não é o suficiente para redimir a espécie humana do desmatamento e destruição dos ambientes naturais.

Apenas 1,4 % das áreas florestais do planeta são consideradas hostpots e a Amazônia brasileira, a maior e mais exuberante floresta tropical do mundo, não se enquadra nesta lista. A Floresta Atlântica e o Cerrado sim, mas destes há apenas 5% de áreas remanescentes.

Segundo um dos autores da pesquisa, David Roberts, da Durrell Institute of Conservation and Ecology na Universidade de Kent, Reino Unido, “É um grande alívio saber que os locais em que mais investimos recursos são os mesmos que abrigam a maioria das espécies ainda não descobertas”.

Isso não é suficiente, os investimentos apenas certificam a sociedade que as espécies ainda desconhecidas pela ciência permanecerão no limbo. O ideal seria que os investimentos fossem direcionados, além da preservação dessas áreas, para o conhecimento da biodiversidade, o estabelecimento destas espécies como entidades reais, o que se dá após intervenção de um especialista e sua formal descrição em uma revista científica, e o estabelecimento de novas áreas para a conservação. Mas, pelos rumos da nova legislação ambiental brasileira, a Amazônia continuará não sendo incluída na listagem de áreas prioritárias, seu desmatamento além de crescente será agora legal. E a sociedade continua torcendo para que um dia a Conservation International inclua nossa maior riqueza como um hotspot, e assim todos os nossos problemas estarão resolvidos. Isso é lamentável, infelizmente.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Acontece ...




"O congresso nacional dos cientistas, estudantes e leigos interessados no comportamento animal e humano ocorrerá todo ele dentro das dependências do campus Umuarama da Universidade Federal de Uberlândia, MG.

A etologia vem crescendo muito no mundo e assim como outras áreas da ciência, incrementando suas especializações como a etofisiologia, ecologia comportamental, etologia aplicada, além de incorporar áreas como o bem-estar animal, tanto de animais de criação, como de pesquisa e visitação. Os futuros profissionais dessa ciência terão ainda que lidar com novos desafios, tais como responder aos impactos causados pelo aquecimento global sobre o comportamento dos animais e o que essas mudanças irão causar nas cadeias tróficas e na biodiversidade como um todo.


No entanto, ainda são poucos e insipientes os esforços na capacitação à pesquisa, orientação e licenciatura nesta área da ciência, feitos no país e na América Latina. Assim sendo, além de oferecer mini-cursos, conferências, simpósios e sessões de painéis; neste evento iremos ter um simpósio e um work-shop destinados a apontar para a nossa comunidade os caminhos futuros, através dos quais, possamos dar aos jovens estudantes um preparo de excelência nesta que é uma das mais antigas áreas de interesse humano."